quarta-feira, 6 de março de 2013

Produções feitas em sala de aula


                                                                O filho perdido

No clarão do meio dia,Pedro caminhava pela terra quente e seca.Tudo que ele queria era encontrar uma sombra para dar uma pausa em sua caminhada.

Ao subir o morro,atras das dunas,cabisbaixo e muito cansado e sem perceber Pedro ultrapassa o permitido pela Policia Ambiental.

Sem saber o que fazer, o garoto começa a olhar em sua volta, oque ele apenas vê duas grandes dunas.Já a noite depois de ter andado mais do que 10 km,o menino sentou-se de baixo de uma árvore,desamarrou uma camiseta reserva que estava amarrada em seus shorts,forrou o chão,deitou-se rapidamente adormecendo.

Outro dia chega,e Pedro é acordado ao cutucar de um garotinho dizendo:
 -Quem é você? O que você está fazendo?Tá com fome ou com sede?
Pedro responde assutado,meu nome é Pedro eu me perdi de minha caminhada e vim parar aqui,estou morrendo de fome e de sede.

O garotinho convida Pedro a ir até a sua tribo,Pedro aceita o convite,recolhe sua coisas e acompanha o menino.

Chegando lá,Pedro é recebido com muitas palmas e músicas animadoras.

De repente entre a multidão Pedro escuta uma voz dizendo:"Pessoal,esse não é o filho desaparecido do lide Intá ",logo em seguinte aparece Int no alto do palco dizendo em voz alto "Sim este é Atan meu filho querido.

A partir desse dia,Pedro,que morava sozinho,na cidade grande,passa a morar junto a sua família  Pedro sambem criou uma escola para ensinar adultos e crianças da tribo aprenderen a ler e escrever.








segunda-feira, 4 de março de 2013

"Natal na Barca" de Lygia Fagundes Telles



                                              (livro que se encontra o conto "Natal na Barca")

Numa véspera de Natal,ela viaja em um barco sem graça com apenas quatro passageiros.
Um desses passageiros era uma mulher que era tímida e não dava uma palavra.Mais depois de um tempo Lygia começa a conversar com a moça.Ao longo da conversa ela descobre que a mulher tinha perdido um filho que tinha um sonho de ser magico e morreu por causa desse sonho,um dia o menino disse que ia voar, subiu em um muro deu pulo dizendo eu vou voar e voo para o céu.
O marido da mulher o abandonou por causa de uma ex-namorada.
Seu único filho que tinha apenas um ano,estava doente e estava levando-o para um especialista e acreditava em Deus que seu filho ia melhorar.
O menino fechou os olhou e ia junto a companhia de seu irmão,a fé dê sua mãe fez em um instante despertar e do seu pouso pois se a pousar.

Biografia de Lygia Fagundes Telles


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Quarta ocupante da Cadeira nº 16, eleita em 24 de outubro de 1985, na sucessão de Pedro Calmon e recebida em 12 de maio de 1987 pelo acadêmico Eduardo Portella.
Lygia Fagundes Telles nasceu em São Paulo, em 19 de abril de 1923, mas passou a infância no interior do estado, onde o pai, o advogado Durval de Azevedo Fagundes, atuou como promotor público. A mãe, Maria do Rosário de Azevedo (Zazita), era pianista. Algumas das pequenas cidades percorridas nessa infância instável: Sertãozinho, Itatinga, Assis, Apiaí e Descalvado. Voltando a residir com a família em São Paulo, a escritora fez o curso fundamental na Escola Caetano de Campos, e em seguida ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, onde se formou. Quando era estudante do pré-jurídico, cursou a Escola Superior de Educação Física, da mesma Universidade.
Lygia Fagundes Telles teve um filho do primeiro casamento, o cineasta Goffredo Telles Neto, que lhe deu duas netas, Lúcia Carolina Aidar da Silva Telles e Margarida Goreki da Silva Telles. Divorciada, a autora casou-se com o ensaísta e crítico de cinema Paulo Emilio Salles Gomes, falecido em 1977.
Segundo o crítico literário Antonio Candido de Mello e Souza, no texto “A nova narrativa brasileira”, o romance Ciranda de Pedra (1954) seria o marco de sua maturidade intelectual. Vivendo a realidade de uma escritora do Terceiro Mundo, LTF considera sua obra de natureza engajada, ou seja, comprometida com a difícil condição do ser humano num país de tão frágil educação e saúde. Participante e testemunha deste tempo e desta sociedade, a escritora procura através da palavra escrita apresentar esta sociedade e este tempo envolto na sedução do imaginário e da fantasia.
Em seu romance As Meninas (1973), ela registra uma posição de clara recusa ao regime militar. Em 1976, fez parte de um grupo de intelectuais que foi à Brasília entregar um importante manifesto contra a censura, o Manifesto dos Mil.
Membro da Academia Brasileira de Letras, Lygia Fagundes Telles já foi publicada em diversos países: França, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, Suécia, República Checa, Espanha, entre outros –, com obras adaptadas para TV, teatro e cinema.

Biografia de Clarice Lispector





Clarice Lispector nasceu na Ucrânia, mas seus pais imigraram para o Brasil pouco depois. Chegou a Maceió com dois meses de idade, com seus pais e duas irmãs. Em 1924 a família mudou-se para o Recife, e Clarice passou a frequentar o grupo escolar João Barbalho. Aos oito anos, perdeu a mãe. Três anos depois, transferiu-se com seu pai e suas irmãs para o Rio de Janeiro.

Em 1939 Clarice Lispector ingressou na faculdade de direito, formando-se em 1943. Trabalhou como redatora para a Agência Nacional e como jornalista no jornal "A Noite". Casou-se em 1943 com o diplomata Maury Gurgel Valente, com quem viveria muitos anos fora do Brasil. O casal teve dois filhos, Pedro e Paulo, este último afilhado do escritor Érico Veríssimo.

Seu primeiro romance foi publicado em 1944, "Perto do Coração Selvagem". No ano seguinte a escritora ganhou o Prêmio Graça Aranha, da Academia Brasileira de Letras. Dois anos depois publicou "O Lustre".

Em 1954 saiu a primeira edição francesa de "Perto do Coração Selvagem", com capa ilustrada por Henri Matisse. Em 1956, Clarice Lispector escreveu o romance "A Maçã no Escuro" e começou a colaborar com a Revista Senhor, publicando contos.

Separada de seu marido, radicou-se no Rio de Janeiro. Em 1960 publicou seu primeiro livro de contos, "Laços de Família", seguido de "A Legião Estrangeira" e de "A Paixão Segundo G. H.", considerado um marco na literatura brasileira.

Em 1967 Clarice Lispector feriu-se gravemente num incêndio em sua casa, provocado por um cigarro. Sua carreira literária prosseguiu com os contos infantis de "A Mulher que matou os Peixes", "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres" e "Felicidade Clandestina".

Nos anos 1970 Clarice Lispector ainda publicou "Água Viva", "A Imitação da Rosa", "Via Crucis do Corpo" e "Onde Estivestes de Noite?". Reconhecida pelo público e pela crítica, em 1976 recebeu o prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal, pelo conjunto de sua obra.

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No ano seguinte publicou "A Hora da Estrela", seu ultimo romance, que foi adaptado para o cinema, em 1985.

Clarice Lispector morreu de câncer, na véspera de seu aniversário de 57 anos.

Entrevista com Clarice Lispector em 1977

Esta entrevista foi dada em 1977 por Clarice Lispector pela TV Cultura, neste mesmo ano Clarice morreu com um câncer.
Essa entrevista é um pouco difícil de se entender com respostas curtas e as vezes questões não respondidas dava para perceber-se que Clarice estava no fim de sua vida.
Na entrevista sempre fumando Lispector responde curtas resposta sobre de sua vida particular e social.